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sexta-feira, 9 de setembro de 2011

Essas são as melhores pizzarias de Itapecerica da serra


Embalagem para Pizza e Delivery
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Essas são as melhores pizzarias de Itapecerica da serra
GOOD CHICKEN


Tel: 4666-3715


End: Praça João Ferr. Domingues, 57


Entrega: 2ª à 2ª a partir das 18:00


Veja aqui nosso cardápio


Itapecerica da Serra SÃO MARCOS PIZZARIA


Tel: 4666-8002 / 4666-5888


End: Av. Constantinopla, 26


Entrega: 3ª à Dom a partir das 18:00


Veja aqui nosso cardápio


Itapecerica da Serra MAYARA PIZZAS


Tel: 4666-3877 / 4666-3342


End: Rod. Prefeito Bento Rotger Domingues, 109


Entrega: 3ª à Dom a partir das 18:00


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Itapecerica da Serra ROYAL PARK


Tel: 4667-6556


End: Rua Europa, 47


Entrega: 2ª à 2ª a partir das 6:00


Veja aqui nosso cardápio


Itapecerica da Serra PIZZARIA MARILU


Tel: 4667-9885 / 4667-2115


End: Rua Manoel Maximino Rosa, 478


Entrega: 2ª à 2ª a partir das 18:00


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Itapecerica da Serra PORTAL DA PIZZA


Tel: 4666-8934 / 4667-4047


End: Av. XV de Novembro, 1.001


Entrega: 2ª à Dom a partir das 18:00


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Itapecerica da Serra TIVOLI PIZZARIA


Tel: 4667-2690 / 4667-2248


End: Avenida XV de Novembro, 72A


Entrega: 3ª à Dom a partir das 18:00


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Itapecerica da Serra BELLA TOSCANA PIZZARIA


Tel: 4666-5704 / 4667-8484


End: Av. XV de Novembro, 1.002


Entrega: 3ª à Dom a partir das 18:00


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Itapecerica da Serra A ESQUINA DA PIZZA


Tel: 4668-2373 / 4668-2387


End: Avenida XV de novembro, 428


Entrega: 2ª à Dom a partir das 18:30


Veja aqui nosso cardápio


Itapecerica da Serra

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quarta-feira, 7 de setembro de 2011

iolhost Hospedagem » Hospedagem de Sites » Cloud Hosting » Revenda Pro


Descrição

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domingo, 4 de setembro de 2011

Itapecerica da serra ,contra Corrupção, tô fora!



Miami (EUA) - Aproveitando o clima da Primavera Árabe, o Brasil deveria também fazer sua própria revolução. Se ainda faltava algum motivo, agora não falta mais: a absolvição de Jacqueline Roriz por seus pares no Congresso Nacional acabou com qualquer resquício de esperança nos políticos brasileiros.

Aliás, já está marcada uma manifestação, no dia 20 de setembro, no Rio de Janeiro, em São Paulo e em itapecerica da serra,movimento sera liderado Pelo PSOL


 outras cidades contra a corrupção que se instaurou na sociedade brasileira e não dá mostra de que irá refluir, a não ser que os brasileiros demonstrem claramente que estão insatisfeitos com o atual nível de descaso e descalabro dos governantes brasileiros em todos os níveis – federal, estadual e municipal, legislativo e judiciário.

Quando comparamos com o nível de seriedade e solidariedade demonstrado pela sociedade japonesa no episódio da tragédia causada pela combinação de terremoto com tsunami no início deste ano, só podemos sentir vergonha. Depois de ter boa parte do país destruído pela natureza, as pessoas montaram um mutirão para reconstrução nacional e, hoje, a infraestrutura está ainda melhor do que antes.

O mais surpreendente foi o fato de pessoas terem encontrado dinheiro e jóias que pertenciam às famílilas de pescadores – muitas delas sequer tinham conta bancária – e devolver tudo à polícia. Neste caso, as duas coisas causam espanto: primeiro, alguém se preocupar em procurar o legítimo dono de um bem que foi achado, no melhor estilo “achado não é roubado”; segundo, procurar a polícia para ser guardiã dos bens e incumbida de encontrar os verdadeiros proprietários. Dá para imaginar isto no Brasil?

Entretanto, como temos fé de que o povo, em sua grande maioria, é formado por pessoas honestas e de bem é chegada a hora de acreditar que um movimento de conscientização nacional possa mexer com os brios da sociedade e obrigar os aproveitadores a conter seus impulsos – isto vale tanto do lado dos corruptos como dos corruptores.

Porém, isto tem de partir da própria sociedade civil, porque grupos que antes lideravam este tipo de manifestação estão completamente domados e – pior ainda – coniventes com a atual situação. O que se pode esperar dos sindicatos dos trabalhadores de hoje que estão muito mais preocupados com benesses públicas e cargos nos governos do que em defender os direitos das categorias profissionais?

E a UNE então? A União Nacional dos Estudantes sempre se caracterizou por ser combativa e tentar melhorar a sociedade para um futuro melhor dos cidadãos, uma vez que os estudantes seriam os novos líderes da nação. Hoje, o que vemos é uma entidade amorfa, passiva e bajuladora do governo. Recentemente, tivemos um espetáculo deprimente no qual receberam o ex-presidente e, em vez de aproveitar a oportunidade para cobrar uma melhoria no precário sistema educacional brasileiro, ficaram cantando jingles e aplaudindo um político que integra o poder, portanto, responsável pela má qualidade de ensino no país.

O que anima um pouco é que já houve outros movimentos de luta no país durante os 511 anos de existência do Brasil. Sem entrar no mérito deles, podemos citar Guerra dos Farrapos, Revolução de 32, a Cabanada, o Tenentismo, a Marcha com Deus pela Liberdade, o Movimento pelas Diretas Já e os Caras Pintadas. Ou seja, há dentro da sociedade brasileira o desejo de lutar por algo melhor. O que falta hoje é uma organização que faça com que este anseio seja bem canalizado e produza os efeitos que todos esperam: a moralização do Brasil!

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sábado, 3 de setembro de 2011

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PROMOÇÕES agosoto 2011:

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terça-feira, 23 de agosto de 2011

Clima tenso em Taboão da serra marca decisão sobre impeachment de Evilásio Farias



Direto da Redação
Adelcio Alcântara
Sessão está sendo uma das mais tensas da história da cidade

O clima tenso marca a sessão da Câmara Municipal, desta terça-feira, 23, que promete ser decisiva na história de Taboão da Serra. Segundo os vereadores que vão votar ainda hoje se aceitam ou não o pedido que visa a instalação de uma Comissão Processante, com vista à abertura do processo de impeachment contra o prefeito, a sessão pode seguir até de madrugada. Os vereadores mais experientes da Casa conduzem os trabalhos demonstrando que a estratégia é cansar o público presente para esvaziar o plenário durante a apreciação.
Em torno de mil pessoas, lotam o plenário da câmara e ao mesmo tempo assistem a decisão, no telão colocado do lado de fora da casa de leis. O local está cheio de moradores que estão a favor e contra a saída do prefeito. Gritos de fora e fica Evilásio são entoados pelas pessoas, que ouvem os vereadores na tribuna.
Há poucos instantes um grupo se exaltou batendo numa das paredes do prédio da Câmara causando um buraco no local. Quem está na sessão teme que haja confronto entre o grupo que pede a permanência do prefeito e o que exige a sua cassação.
Buraco foi feito agora há pouco na parede da Câmara

A avenida Dr. José Maciel, está parcialmente interditada, desde o começo da noite. A grande imprensa está presente na sessão que é acompanhada pela internet por um número record de moradores, segundo os vereadores.
A possibilidade de impechment do prefeito Evilásio Farias vem sendo debatida em toda a cidade e o que se pede “é que a justiça seja feita, independente de quem seja. Se for o prefeito, que o impeachment seja pedido e aceito. Cabe a justiça julgar e as investigações prosseguirem”, dizem moradores entrevistados pela reportagem da Radio XFM 98,9.
Em meio a gritos de fora Evilásio e começa, Paulo Félix, na tribuna disse que vai discutir sem ódio e sem medo o assunto mais comentado na cidade de Taboão. "Mais tarde vamos fazer justiça essa noite, que é especial, porque vamos discutir o legado do povo", afirmou.

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domingo, 21 de agosto de 2011

Devem os ricos pagar mais impostos?


O velhinho da foto é Warren Buffett, que vai completar 81 anos no próximo dia 30 de agosto. Chamá-lo de bilionário é pouco. Ele é um multi-bilionário investidor americano, dono absoluto de não sei quantas empresas e acionista de outras tantas, que está entre as três maiores fortunas dos Estados Unidos.


No início da semana, o NY Times publicou um poderoso artigo de Buffett que até hoje está dando o que falar. Simplesmente porque, em poucas palavras, ele disse ao governo: “eu e meus colegas bilionários não estamos pagando impostos suficientes, aumente nossa carga tributária”.

Pela originalidade da proposta - um rico reclamando que paga pouco em impostos - e pela repercussão alcançada, julgo oportuno trazer o assunto à consideração dos leitores, comentando alguns trechos do artigo.

Buffett começa lembrando os desvalidos das guerras interna e externa em que o país está metido e os compara com os favores que os ricos recebem do governo:

Enquanto os pobres e a classe média lutam por nós no Afeganistão e a maioria dos americanos luta para sobreviver, temos mega-ricos que continuam a ganhar incentivos fiscais extraordinários. Alguns de nós, gestores de investimentos, ganhamos bilhões em nosso trabalho diário, mas temos permissão para classificar nossos ganhos como "participação nos resultados", conseguindo assim uma pechincha de imposto de 15%. Outros possuem índices no mercado de bolsas por 10 minutos e 60% dos seus ganhos são taxados em 15%, como se fossem investidores de longo prazo.

Mais adiante, a partir de seus próprios ganhos, Buffett denuncia o sistema tributário injusto e cruel com aqueles que vivem de salários:

No ano passado, meu imposto federal - o imposto de renda que paguei, bem como impostos sobre os salários pagos por mim e em meu nome - foi $6.938.744 dólares. Isso parece um monte de dinheiro. Mas o que eu paguei foi apenas 17,4 por cento dos meus rendimentos tributáveis, e que na verdade é um percentual menor do que foi pago por qualquer uma das outras 20 pessoas em nosso escritório. Seus encargos variaram entre 33 e 41 por cento, uma média de 36 por cento.

Como no Brasil, o assalariado americano é vítima também do famigerado desconto em folha, que não lhe permite abater do IR despesas com restaurantes, viagens, prestação do carro, gasolina, etc., privilégios concedidos a pessoas jurídicas, nem sempre devidamente legais . Veja o que disse Buffett sobre isso:

Se você ganha dinheiro com o dinheiro, como alguns dos meus amigos super-ricos fazem, sua alíquota pode ser um pouco menor que a minha. Mas se você ganhar dinheiro trabalhando, como assalariado, o percentual será certamente superior ao meu, e muito.

E traz informações precisas sobre as fontes de receita do governo:

No ano passado cerca de 80 por cento dessas receitas vieram do imposto de renda pessoal e encargos sociais. Os mega-ricos pagam impostos de renda à alíquota de 15 por cento na maioria dos seus ganhos, e não pagam praticamente nada em impostos sobre salários. Para a classe média, a história é diferente. Normalmente, caem em alíquotas entre 15 e 25 por cento de imposto de renda e, em seguida, são atingidos com pesados impostos na folha de pagamentos.

Nos últimos quinze anos, segundo Buffett, o cenário tributário em relação ao faturamento e recolhimento de impostos do mais ricos mudou. Hoje eles faturam mais e pagam menos. Os dados são do próprio governo estadunidense:

Em 1992, os 400 mais ricos tiveram renda tributável total de US $ 16,9 bilhões e pagaram impostos federais de 29,2 por cento sobre essa quantia. Em 2008, a renda agregada das maiores 400 fortunas tinha aumentado enormemente para 90,9 bilhões de dólares -- um impressionante US $227,4 milhões em média por pessoa -- mas o imposto pago caiu para 21,5 por cento.

Buffett faz a defesa de seus colegas bilionários, alegando que “são pessoas decentes, que amam a América e agradecem a oportunidade que este país tem proporcionado a eles”. E garante que “a maioria não se importaria mais impostos, especialmente quando muito de seus compatriotas estão sofrendo verdadeiramente”. Eu e meus amigos ricos fomos mimados muito tempo por um Congresso amigo dos bilionários. É hora de nosso governo levar a sério o sacrifício compartilhado, destacou o bilionário que é conhecido como o Oráculo de Omaha, a cidade do Estado de Nebraska onde ele começou a construir seu império.

Embora alguns palpiteiros já tenham feito as contas para concluir que as sugestões de Waren Buffett quase não fariam diferença no orçamento do governo, pois representariam apenas 2% dos gastos federais, seu artigo teve o mérito de levantar a questão do sistema tributário injusto, que premia os ganhos de capital e penaliza o assalariado, que não dispõe de mecanismos para se defender da mordida do leão,como me referi acima. Exatamente como no Brasil.

De qualquer maneira, o apelo de Buffet por mais impostos para os ricos encontrou apoio em setores da sociedade americana. Circula na internet um abaixo-assinado com o objetivo de colher 200 mil assinaturas de pessoas. O documento – que será enviado aos congressistas - vai deixar claro que a maioria do povo americano não concorda com as benesses que eles derramam sobre seus amigos ricos e mega-ricos.

“Washington precisa parar de proteger-nos, como se fôssemos um raro tipo de coruja ou alguma outra espécie ameaçada de extinção” (Warren Buffett).



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Imigrantes: a solução


Miami (EUA) - Enquanto os Estados Unidos e a Europa lutam para expulsar seus imigrantes, alguns países deveriam abrir suas fronteiras para recebê-los. Se você pensou que o recado seria para o Brasil, acertou. Nosso país está no verge de se tornar uma potência mundial, mas infelizmente ainda carece de alguns fatores que podem frear esta corrida para o topo.


No momento em que as vagas vêm sendo criadas em grandes proporções no Brasil, muitas vezes faltam profissionais capacitados para preenchê-las. Tudo isto porque o ensino no Brasil ainda é deficiente e não consegue suprir a demanda do mercado que procura mão-de-obra com grande formação para gerir os destinos das empresas e, por conseguinte, do país.

O investimento em educação é algo que poucos governantes gostam de fazer. Exige muito dinheiro, precisa contratar muita gente – professores, especialistas em educação, pedagogos, funcionários, etc – e geralmente os resultados são a longo prazo. Ou seja, muitas vezes o beneficiário deste investimento pode ser o inimigo político do autor desta base educacional. Pior ainda, fica difícil para provar ao eleitorado que o dinheiro foi bem gasto. Mais fácil, inaugurar praças e asfaltar ruas.

Aí, é que entra a imigração. Por que o governo brasileiro não aproveita a crise que está castigando os países desenvolvidos para atrair professores e educadores que possam levar para o Brasil seus conhecimentos e ajudar na fomração de profissionais de alto nível? E isto nem é uma ideia nova. A Universidade de São Paulo (USP), quando criada, importou vários professores da Europa, particularmente da França, para garantir o bom nível de ensino.

Recentemente, engenheiros e arquitetos espanhóis manifestaram interesse em ir para o Brasil, a fim de aproveitar a onda de construções e obras geradas com a Copa do Mundo de Futebol 2014 e com os Jogos Olímpicos de Verão no Rio de Janeiro em 2016. Não é segredo para ninguém que a Espanha passa por uma crise muito forte de emprego e o Brasil pode servir de atrativo para profissionais de bom nível que não encontram empregos em seu país natal.

O exemplo da Espanha pode ser replicado por Portugal – outro país que mudou a mão de direção, deixando de receber brasileiros para devolver nossos patrícios e também exportar portugueses -, Itália, Irlanda e Grécia, somente para ficar naqueles que estão sofrendo mais diretamente os efeitos perversos da crise econômica. Indo além, pode-se mesmo criar incentivos para levar profissionais e especialistas americanos, que encontram-se com poucas perspectivas futuras nos Estados Unidos.

Entretanto, alguns pontos precisam ser equacionados, além da questão educacional. O primeiro, sem dúvida, é a insegurança social. Quem vai querer viver num país no qual pode ser sequestrado ou ter algum membro de sua família como vítima deste crime hediondo? Ou ser assaltado num restaurante de luxo quando está fazendo sua refeição com amigos e familiares? Ou ainda ter seu carro alvejado por uma pedra para ele ser parado e roubado?

Outro problema crucial é a infraestrutura decadente que atravanca o desenvolvimento do Brasil, prejudicando o escoamento da produção e dificultando uma presença mais forte no mercado internacional. Por fim, há a corrupção e a burocracia, irmãs gêmeas que andam lado a lado para criar dificuldades, a fim de se vender facilidades. Se eliminadas, o Brasil pode de fato decolar rumo ao Primeiro Mundo. Mas para isto é preciso uma grande vontade política.

O ponto positivo é a recente pesquisa mundial que aponbtou o Brasil como um dos países mais receptivos aos imigrantes, na contramão dos desenvolvidos que querem expulsar os estrangeiros que drenam os recursos sociais que seriam dos seus cidadãos.

Apesar da pesquisa, no entanto, não se pode esquecer que os imigrantes hoje vivendo no Brasil também são alvos de grupos e pessoas xenófobas. Os haitianos e os bolivianos – que estão na camada mais pobre da população – têm reclamado por serem vítimas de bullying por parte dos brasileiros, contrariando a crença geral de que o brasileiro é um povo hospitaleiro



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