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quarta-feira, 13 de julho de 2011

Rock in Rir: edição limitada da Trident leva você ao Rock in Rio

Com compra de ingressos esgotada, marca levará mais de mil fãs ao Rock in Rio



Julho de 2011 – Trident lança a maior promoção de sua história. Patrocinadora oficial do Rock in Rio 2011, a marca inicia no próximo dia 5 de julho, a promoção “Rock in Rir”. Serão mais de 1200 ingressos, além dos grandes prêmios: três viagens com tudo pago e uma experiência única para se divertir com os amigos no Rock in Rio.




Na inscrição da promoção, o participante poderá escolher em qual dia do evento deseja ir, de acordo com seu estilo musical favorito: rock (02/10), metal (25/09) ou pop (23/09). As viagens poderão ser de ônibus tour para o roqueiro e mais nove acompanhantes, jatinho para o metaleiro e mais quatro amigos ou de limusine para o fã de pop que também pode levar mais quatro pessoas.



A marca reforça seu posicionamento “Vamos rir mais” com um novo ícone na campanha: o fã do riso. ''Queremos falar com o fã do riso, aquele que, acima de qualquer estilo musical, se diverte por estar junto de seus amigos, curtindo todos os shows, contagiando o ambiente com muita descontração'', diz Vinicius Germano, gerente de Marketing de Gomas da Kraft Foods Brasil.

Mecânica da promoção

Para a promoção, Trident lança uma edição limitada em homenagem ao evento, o Rock Mint - goma de mascar com sabor prolongado de hortelã que chegou a mais de 200 mil pontos de venda na segunda quinzena de junho.



Todas as embalagens de Rock Mint vêm com um código na parte interna. Para participar, basta inseri-lo no site http://http://www.tridentbrasil.com.br/ e fazer um cadastro rápido. Feito isso, a home page gerará um número: esse é o seu passe para concorrer a mais de mil ingressos ao RiR e aos três grandes prêmios.



A promoção é válida para todo o Brasil, e o prazo para inserir os códigos começa em 5 de julho e termina em 3 de setembro. A edição limitada estará à venda até o final do ano. Como toda linha Trident, os consumidores poderão encontrar o Rock Mint em bares, padarias, lanchonetes, restaurantes, lojas de conveniências, supermercados, entre outros.



O Rock in Rio, que teve seus 600 mil ingressos esgotados em menos de 60 dias, ocorrerá nos dias 23, 24, 25, e 30 de setembro e 1 e 2 de outubro de 2011, no Parque Olímpico Cidade do Rock, na Barra da Tijuca, Rio de Janeiro.



Fonte: X Press Comunicação

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O fim do petróleo




O fim do petróleo

Bristol (EUA) - Acabo de chegar de mais de três semanas na Inglaterra e na França, onde, na medida do possível, me mantive afastado de televisões e internets, pois o espírito humano precisa de um refrigério.

Como estava em Londres nos meus últimos dias, aproveitei para comprar a última edição do News of the World, como um item para ser colecionado e um monumento à arrogância do império midiático comandado pelo australiano-americano-britânico Rupert Murdoch. Hoje, antes de sair de casa, assisti rapidamente, pela BBC, ao pronunciamento do Primeiro-Ministro do Reino Unido, David Cameron, procurando distanciar-se o mais possível de um personagem, como Murdoch, que até pouco ele cortejava diligentemente. Tão diligentemente que nomeou um homem de confiança de Murdoch, hoje envolvido até as orelhas no escândalo dos grampos telefônicos, seu Diretor de Comunicacões.

A história ainda terá muitos desdobramentos, inclusive nos Estados Unidos, onde Murdoch é dono, entre outras empresas, do Walll Street Journal, do New York Post e, last but not least, da cadeia de televisão Fox News, especializada em deturpar notícias e onde se abrigam os mais ferozes adversários da administração Barack Obama, como Bill O’Reilly, Sean Hannity e, até recentemente, o alucinado Glenn Beck.

Mas minha atenção, ao regressar aos Estados Unidos, foi despertada por um artigo na página op-ed do New York Times que, a longo prazo, é muito mais importante para o futuro da humanidade do que as estripulias de Murdoch e seus asseclas. Trata-se do esforço conjugado de sete parceiros – a União Europeia, os Estados Unidos, a China, a Índia, o Japão, a Rússia e a Coréia do Sul – para desenvolver a fusão nuclear, a partir do mais amplo recurso natural de nosso planeta: a água do mar.

Pode parecer ficção científica e, de uma certa forma, é. A fusão nuclear é a energia que move o sol e as estrelas. É o contrário da fissão nuclear, das armas atômicas. É obtida fundindo dois núcleos atômicos, convertendo massa em energia, sob a forma de calor. Este calor torna a água em vapor, que movimenta as turbinas geradoras de eletricidade ou produz outras formas de combustível.

A água do mar, uma riqueza inexaurível, fornece os isótopos de hidrogênio, como deutério, no qual a fusão ocorre quando aquecido por um plasma a uma temperatura – se segurem, amigos – de cem milhões de centígrados.

Aí está o busílis e aí está a razão da união de nações científicamente avançadas para solucionar o problema. O diagrama científico para tornar a fusão exequível já existe e ela poderá, no espaço de mais duas ou três décadas, tornar obsoletos não apenas os combustíveis fósseis, como o petróleo, como as atuais usinas nucleares, que dividem o núcleo atômico. A fusão nuclear não produz gases do efeito estufa, nem tem o perigo de acidentes radioativos como o de Chernobyl ou o acontecido este ano no Japão.

Pergunto: onde está o Brasil neste projeto? Qual é a nossa participação? Quando ouço que as nações cientificamente mais adiantadas do planeta se unem em um empreendimento de tal envergadura, enquanto nosso país não é ouvido nem cheirado, me convenço cada vez mais que toda a estrutura do ensino brasileiro é arcaica e deficiente.

A pergunta do El Pais Brasil um Pais de Politicos Corruptos


Um jornalista do El Pais escreveu um artigo indagando por que os brasileiros não reagem à corrupção de seus políticos. Correspondente do jornal espanhol no Rio de Janeiro, Juan Arias, recorda a mobilização dos brasileiros na memorável campanha das Diretas Já, e também pelo impeachment do ex-presidente Fernando Collor, e estranha a inexistência de um movimento de indignados, mobilizados pelas redes sociais, nos moldes dos que existem em seu próprio país.

A corrupção não é um mal novo e nem exclusivo do Brasil, mas é inegável que o país precisa avançar no saneamento ético da política. A presidente Dilma parece disposta a enfrentar tal desafio, com o afastamento de dois ministros envolvidos em questões espúrias em apenas seis meses de governo. Mas a resolução do problema não depende apenas da integridade e determinação de um presidente. O câncer está num sistema político adoentado, onde qualquer projeto se torna refém de coalizões partidárias fisiológicas. Sem elas, não se governa. E com elas, fica-se sujeito a desvios freqüentes, que ameaçam a própria governabilidade.

Se a corrupção ofende, também chocam os explícitos interesses políticos. Lemos todos os dias nos jornais que integrantes de determinados partidos do governo ameaçam boicotar votações porque não foram atendidos nos cargos que almejam. E fica evidente que pretendem tais cargos não para o bem do país, e, sim, para criarem feudos em seu próprio benefício. A oposição também não demonstra qualquer altivez, movendo-se exclusivamente pela disputa do poder, com golpes baixos e desprovidos de um sentido maior.

Um ataque verdadeiro à corrupção exigiria mobilização da sociedade para uma reforma política, que impedisse que qualquer governo ficasse nas mãos do fisiologismo e de partidos de aluguel, que só existem para cobrar o tempo de que dispõem nos períodos eleitorais e a cumplicidade de suas bancadas nas votações no Congresso. Mas essa é uma questão mais complexa, de pouquíssimo apoio popular, e interesse ainda menor dos que se alimentam das constantes denúncias de corrupção.

Voltando à questão do jornalista espanhol, existe outro aspecto que difere a realidade brasileira dos países árabes e europeus em crise. E ele está justamente nesta última palavra. Ao contrário de Espanha, Portugal e Grécia ou de Tunísia e Egito, o Brasil vive um momento de crescimento econômico com distribuição de renda e aumento do nível de emprego. Não faria sentido no país, neste momento, um jovem se imolando em praça pública por não pode trabalhar ou de jovens reunidos pela falta de perspectiva de emprego.

Seria até viável uma mobilização de indignados de classe média e alta, destes que repudiam uma estação de metrô em seus bairros para não se misturarem. Mas transformações políticas e grandes mudanças só acontecem com o envolvimento das massas, que além de estarem desfrutando da melhoria do país, têm discernimento para perceber quando por trás de certas questões estão interesses escusos de atingir os governos que melhoram suas vidas.



Direto da Redação XFM

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Brasil Foods

13/07/2011


FATO RELEVANTE

A administração da BRF – Brasil Foods S.A. (“BRF” ou “Companhia” – Bovespa: BRFS3; NYSE: BRFS) vêm a público informar, nos termos da Instrução CVM nº 358/02 e do §4º do art. 157 da Lei nº 6.404/76, que o Plenário do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (“CADE”) aprovou nesta data (13/07/11) a Associação entre a BRF e a Sadia S.A. (“SADIA”), subordinada ao cumprimento das disposições contidas no Termo de Compromisso de Desempenho (“TCD”), também firmado nesta data.

São partes do TCD, de um lado, a BRF e a SADIA, e, de outro, o CADE, constituindo, esse documento, parte integrante da decisão proferida pelo Plenário do CADE no âmbito do Ato de Concentração nº 08012.003189/2009-10. (A íntegra do documento encontra-se disponível nos seguintes endereços eletrônicos: http://www.brasilfoods.com/, http://www.cvm.gov.br/, e http://www.cade.gov.br/).



As medidas estabelecidas no TCD estão limitadas ao território nacional, nos mercados e/ou categorias de produtos especificados no TCD, estando a Companhia e a SADIA livres para atuar no mercado externo como um todo, mercado nacional de lácteos e mercado nacional de food service, na medida em que não afrontem as premissas e a efetividade do TCD.



1. Medidas impostas às companhias BRF e SADIA (“Companhias”):



O TCD contempla as seguintes medidas principais que deverão ser obrigatoriamente observada pelas Companhias:



(a) alienação das seguintes marcas e de todos os demais direitos de propriedade intelectual a elas relacionados: (i) Rezende, (ii) Wilson, (iii) Texas, (iv) Tekitos, (v) Patitas, (vi) Escolha Saudável, (vii) Light Ellegant, (viii) Fiesta, (ix) Freski, (x) Confiança, (xi) Doriana e (xii) Delicata.



(b) alienação, em conjunto, de todos os bens e direitos relacionados a determinadas unidades produtivas (incluindo funcionários, instalações e equipamentos), que compreendem (i) 10 fábricas de alimentos processados, (ii) 02 abatedouros de suínos, (iii) 02 abatedouros de aves, (iv) 04 fábricas de ração, (v) 12 granjas de matrizes de frangos, (vi) 02 incubatórios de aves;



(c) alienação de todos os bens e direitos relacionados a 08 Centros de Distribuição;



(d) cessão de toda a carteira de contratos com produtores integrados de aves e de suínos, atualmente utilizada para garantir o suprimento específico das estruturas produtivas mencionadas na alínea “b”, que se encontram detalhadas no Anexo 1 do TCD, acrescida de tantos outros contratos que se fizerem eventualmente necessários para garantir, no mínimo, fornecimento de 100% de aves e 70% de suínos utilizados na produção de alimentos processados nas unidades produtivas alienadas;



(e) a carteira de contratos referida na alínea “d” e o conjunto de ativos referido nas alíneas “b” e “c” devem estar geograficamente articulados nos mesmos moldes em operação, atualmente, pelas Companhias;



(f) o conjunto de todos os ativos produtivos, tangíveis e intangíveis, indicados nas alíneas “a” “b”, “c” e “d”, são caracterizados como uma universalidade de fato (designada no TCD como “Negócio”) e correspondem a uma capacidade de processamento industrial de alimentos no montante de 730 (setecentos e trinta) mil toneladas, sendo 96 (noventa e seis) mil toneladas de margarinas, e o restante nos mercados relevantes com preocupações concorrenciais;



(g) suspensão do uso da marca PERDIGÃO, no território nacional, pelo prazo de 03 (três) anos, nos seguintes produtos: (i) presunto suíno cozido, apresuntado e afiambrado; (ii) kit festa suínos (lombo suíno temperado, congelado, paleta suína, defumada, pernil com/sem osso temperado, presunto tender, tender suíno); (iii) lingüiça curada e paio;



(h) suspensão do uso da marca PERDIGÃO, no território nacional, pelo prazo de 04 (quatro) anos, no seguinte produto: salames;



(i) suspensão do uso da marca PERDIGÃO, no território nacional, pelo prazo de 05 (cinco) anos, nos seguintes produtos: (i) lasanhas; (ii) pizzas congeladas; (iii) kibes e almôndegas e (iv) frios saudáveis;



(j) as Companhias não poderão utilizar, pelo período de 05 (cinco) anos, nas categorias indicadas nas alíneas “g”, “h”, “i”, além de margarina, peru in natura, mortadela, kit festa aves, hambúrguer, empanados e salsicha, outras marcas, já existentes ou que venham a ser criadas, que não aquelas indicadas no Anexo 3 do TCD. Também não poderão utilizar marcas ou denominações delas derivadas sob qualquer forma. Para as marcas constantes do Anexo 3 do TCD em que estiver estabelecido limite máximo de participação, a verificação, a qualquer tempo, de desrespeito desse limite implicará a suspensão definitiva da marca correspondente, pelo período aqui estabelecido, na categoria em que tiver ocorrido a violação.



(k) suspensão do uso da marca BATAVO, durante 04 (quatro) anos, para os produtos e categorias indicadas nas alíneas “g” “h”, “i”, além de margarina, peru in natura, mortadela, kit-festa aves, hambúrguer, empanados e salsichas; e



(l) as Companhias deverão abster-se, durante o prazo de vigência do TCD, de celebrar com quaisquer pontos de venda, incluindo redes atacadistas e varejistas de supermercados e hipermercados, acordos de qualquer espécie que impliquem exclusividade de fato ou de direito de vendas, publicidade ou merchandising, inclusive no tocante à forma de exposição dos produtos no ponto de venda.



(m) quanto à carne de peru, as Companhias garantem fornecimento de peru in natura ao adquirente do Negócio, em volume correspondente à participação de mercado da marca Rezende, dados Nielsen volume (média 2010), pelo preço de venda de exportação desse produto.



2. Condições e prazos para o cumprimento das obrigações do TCD:



2.1. O adquirente do “Negócio” (item 1 alínea f) deverá, cumulativa e individualmente, comprovar perante o CADE:



a) higidez financeira, inclusive para realização de investimentos futuros;

b) capacidade administrativa e gerencial e;

c) inexistência de quaisquer vínculos, diretos ou indiretos, inclusive controle externo, com as Companhias ou com seu respectivo grupo econômico.



2.2 As Companhias deverão tomar, em prazo compatível com as demais obrigações constantes do TCD a tornar o “Negócio” pronto e disponível para alienação, incluindo, providências de reorganização societária, liberação de ônus reais e obrigacionais, reestruturação administrativa organizacional ou quaisquer medidas que se façam necessárias.



2.3 Referidos prazos estão definidos em cláusulas confidenciais do TCD.



2.4 As medidas comportamentais sobre o uso de marcas previstas no item 1, alíneas “g”, “h”, “i”, “j” e “k” incidirão a partir do dia subseqüente à assinatura do contrato de alienação do “Negócio”.



3. Obrigações das Companhias durante o prazo fixado para alienação do negócio:



(a) manter em pleno funcionamento as unidades produtivas objeto de alienação, em condições operacionais não inferiores àquelas existentes nesta data;



(b) replicar, nas instalações, processos produtivos e produtos a serem alienados, os aperfeiçoamentos feitos nas instalações, processos produtivos e produtos que permanecerão com a BRF;



(c) manter o nível de emprego das referidas unidades produtivas, ficando vedada a dispensa injustificada de pessoal;



(d) manter investimentos em marketing nas marcas objeto de alienação em patamares no mínimo equivalentes aos realizados em 2010;



(e) manter a participação de mercado das marcas envolvidas na alienação, aferidas em conjunto por cada categoria Nielsen, no mínimo, no mesmo patamar dos dados Nielsen 2010, conforme constante do Anexo 4 do TCD. A participação de mercado no momento da alienação será aferida com base na média dos dados de participação base Nielsen (volume) dos 06 meses anteriores à alienação do “Negócio”.



4. Monitoramento e penalidades:



4.1. O CADE fiscalizará o cumprimento das obrigações assumidas pelas Companhias no TCD, que também contempla a imposição de penalidades em caso de descumprimento de suas disposições.



4.2. Para aferir a regularidade de todas as obrigações indicadas no TCD, as Companhias contratarão, às suas expensas, em até 10 dias da assinatura do TCD, auditoria independente de primeira linha, que não tenha qualquer restrição dos órgãos de regulação econômica (CVM, BACEN e outros).



5. Informações adicionais:



Os demonstrativos abaixo procuram simular os impactos, na BRF, no ano de 2010, das medidas contempladas no TCD. Nessa simulação não foi levado em consideração eventual incremento das vendas com as marcas que continuarão sendo utilizadas pela BRF, em substituição aos produtos , sob as marcas Perdigão e Batavo, que terão suas vendas temporariamente suspensas por força da decisão do CADE, em categorias específicas definidas no item 1 alíneas (g), (h), (i) e (k).









A marca Perdigão, bem como todos os direitos a ela associados, permanece como propriedade da BRF e utilizada normalmente em várias categorias de alimentos processados como empanados, hambúrgueres, mortadela, lingüiças frescais, pratos prontos congelados (exceto lasanha), bacon, comemorativos de aves, além de toda linha de produtos in natura, entre outras. O volume sujeito às restrições do TCD representaria em 2010 cerca de um terço das vendas sob a marca Perdigão.



Por fim, em relação aos ativos que serão alienados, a BRF compromete-se a manter a qualidade dos seus produtos e o fornecimento aos pontos de venda até que seja feita a transição para os novos proprietários.



No que diz respeito aos funcionários e produtores integrados que atendem às unidades que deverão ser vendidas por exigência do CADE, a BRF adotará todas as medidas possíveis para minimizar os impactos decorrentes da mudança de controle destes ativos. O TCD estabelece a obrigatoriedade de que o comprador dos ativos a serem alienados mantenha o nível atual de empregos pelo prazo mínimo de seis meses.



A partir de agora a Companhia trabalhará para concluir o plano de integração das duas empresas, criando assim as condições necessárias para fazer da BRF uma líder global no setor de alimentos.



São Paulo, 13 de julho de 2011



Jose Antonio do Prado Fay

Diretor Presidente



Leopoldo Viriato Saboya

Diretor Vice-Presidente de Finanças Administração e Relações com Investidores







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Atenciosamente,



BRF - Brasil Foods S.A



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Teuto contribui com geração de empregos em Goiás

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O IBGE divulgou na semana passada uma pesquisa sobre o emprego industrial no país. E Goiás foi quem liderou o estudo, com uma expansão de 1,3% em comparação ao ano passado. Um dos responsáveis pelo ótimo resultado do estado foi o Laboratório Teuto, que segundo o IMS foi a empresa farmacêutica que mais cresceu nos últimos cinco anos. No início do mês, o Laboratório iniciou o processo seletivo para o preenchimento de noventa novas vagas para áreas de produção. O aumento no quadro de colaboradores é um dos pontos que chamam a atenção para a indústria que se destaca no Distrito Agroindustrial de Anápolis (DAIA).



Assessoria de imprensa do Laboratório Teuto


Cel: 11 83701064 / 11 78925858

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terça-feira, 12 de julho de 2011

Jonas Feijó apresenta moção contra falta de ônibus em Itapecerica


Sensível aos constantes apelos dos moradores em relação a falta de ônibus da EMTU para atender com maior comodidade e eficiência os passageiros das linhas Itapecerica (Jardim das Oliveiras) - (Metrô São Judas) e Itapecerica (Jardim das Oliveiras) – (Metrô Capão Redondo) o vereador Jonas Feijó (PTB) apresentou uma moção de apelo sobre o tema. O vereador solicitou a EMTU que disponibilizasse mais ônibus nas linhas atendendo às necessidades dos moradores. O vereador recebeu dos usuários informações indicando casos de demora, superlotação e atraso nos ônibus.


“A moção foi feita devido a reivindicações de muitos munícipes que avaliam como insuficientes os coletivos das linhas, devido a alta demanda de passageiros, fato que causa a superlotação das conduções e recorrentes atrasos dos usuários a seus compromissos”, explica a moção.A reportagem do Jornal na Net foi conferir de perto a dificuldade dos passageiros e constatou no local a importância da moção.



André Augusto, 27 anos reclamou da demora da linha Itapecerica – Jardim das Oliveiras (Metrô Capão Redondo) que muitas vezes, segundo ele, leva 50 minutos, precisou mudar do Santa Júlia. Os relatos dos moradores comprovam a importância da moção apresentada pelo vereador Jonas Feijó que mesmo tendo sido bem recebida pela EMTU ainda não resolveu definitivamente os problemas nas linhas citadas. “Somente esta condução me levava pra casa, mas a demora me obrigou a mudar de lá. O problema é ficar esperando dentro do Terminal Metro Capão Redondo, eles enrolam muito. Já faltam ônibus para a linha e eles (motoristas) ainda demoram para sair”, reivindicou.



Ainda segundo André, o ônibus Parque Paraíso sai de cinco em cinco minutos e o do Jardim das Oliveiras demora uma hora. “Às vezes para não me atrasar tomo o ônibus que sai primeiro ou pago mais caro, pelo Cotia, que passa onde preciso”, explicou.Para Fernanda Duarte, 21 anos, os ônibus dessa linha poderiam intercalar como fazem o do Parque Paraíso. “Esse ônibus (Jardim das Oliveiras) atrasa uma hora”, disse.



O passageiro Fábio Júnior da Silva afirmou que a demora acontece no bairro do Jacira e também na saída dos coletivos no Terminal. “Eles (motoristas – ônibus) demoram mais de trinta minutos para sair do Terminal e levam 1h30 do Jacira para o Terminal. Não entendo porque demoram tanto e é sempre assim, nunca muda essa situação que enfrento há três anos”, observou.



Arquivo Jornal na NetVereador Jonas Feijó saiu em defesa da população de Itapecerica



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segunda-feira, 11 de julho de 2011

Brasil o Pais de Tolo Deputado campeão de reembolso gasta 43 vezes mais que colega

Em apenas cinco meses, os gastos do deputado Cléber Verde (PRB-MA) com sua cota parlamentar bastariam para comprar, com valor próximo do teto, uma moradia no programa "Minha Casa, Minha Vida", para habitações de até R$ 170 mil. Já o colega José Antônio Reguffe (PDT-DF) só conseguiria comprar um modelo do Nano, o carro mais barato do mundo, que custará R$ 4.000. A diferença entre os dois está em um levantamento do UOL Notícias.




Deputados consomem

R$ 48 mi com verbas no 1º semestre; maior parte do gasto é com propaganda

A Câmara dos Deputados usou R$ 48,3 milhões de fevereiro a junho de 2011 para gastos de deputados com o exercício do seu mandato, sendo que 18% desse dinheiro foi utilizado em propaganda para os próprios parlamentares, dentro das regras do Congresso. A informação está em um levantamento feito pelo UOL Notícias.



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A diferença pode mudar porque cada deputado tem até três meses para informar os gastos, embora a maioria prefira fazê-lo rapidamente. Os valores foram obtidos com dados disponíveis no site da Câmara até 1º de julho e indicam que os congressistas usaram em itens como cota postal, passagens aéreas, combustíveis e consultoria.



De fevereiro, quando começou a atual legislatura, a 1º de julho, Verde é o deputado que usou recursos da Câmara com atividades ligadas a seu mandato: R$ 166.781,22 em despesas como passagens aéreas, cota postal, combustíveis e divulgação do mandato. Reguffe parou nos R$ 4.200. Carlos Roberto (PSDB-SP) gastou ainda menos, mas assumiu o cargo apenas em 3 de maio, de acordo com o levantamento, que será publicado na íntegra na semana que vem.



A média de gastos é R$ 85,2 mil por deputado. Ou seja: enquanto Verde usou cerca de R$ 81 mil a mais que a média, Reguffe gastou R$ 81 mil a menos. O deputado do PRB também é o que mais utiliza a cota de divulgação do mandato. No período, aplicou R$ 114 mil em propaganda, autorizada pelas regras da Câmara.



O total gasto com a cota parlamentar pelos 567 políticos que já assumiram uma vaga de deputado em 2011 é de R$ 48,3 milhões, segundo dados disponíveis no site da Câmara até 1º de julho - o valor pode aumentar e outros deputados podem alcançar a marca de Verde, já que os parlamentares têm até três meses depois da data registrada na nota fiscal para relatar os gastos e, no caso da maioria deles, solicitar reembolso. As passagens aéreas, por exemplo, nem sempre indicam compra direta do deputado.



"Os elevados gastos com verbas indenizatórias não se justificam. Claro que os deputados precisam de alguma verba para o exercício do mandato, mas os montantes são exorbitantes. E são gastos com muita margem para a arbitrariedade, como 'consultorias' - ninguém sabe para quê servem essas consultorias", afirma Fabiano Angélico, especialista em transparência governamental e pesquisador da FGV (Fundação Getúlio Vargas).



"Além disso, há gastos desnecessários e redundantes, como a 'divulgação do mandato'. O contribuinte não deveria financiar esse tipo de coisa, uma vez que a Câmara dos Deputados já tem uma enorme estrutura de comunicação institucional, que inclui TV Câmara, Rádio Câmara entre outros", disse.



"Legais e indispensáveis"



Verde (PRB-MA) afirmou que seus gastos são legais e indispensáveis para a "consolidação" do trabalho que realiza. Ele disse que a disparidade entre ele e o deputado mais econômico é resultado de uma concepção. Ele disse que cada um "tem uma forma" de trabalhar. O deputado campeão de gastos alegou ter usado a cota para custear atividades em seu Estado e ações em frentes parlamentares.



"Coordeno aqui três frentes importantes: a Frente Parlamentar dos Aposentados, a Frente Parlamentar em Defesa da Pesca e Aquicultura e a Frente Parlamentar em Defesa do Povo Garimpeiro", disse ele ao UOL Notícias. As despesas com divulgação, segundo o deputado, são prioritárias porque permitem mostrar ao eleitorado o que está fazendo. Para ele, "não adianta simplesmente fazer o trabalho e o cidadão não conhecer".



Sem divulgação, o deputado "passa por inoperante, por alguém que não faz o que se propôs a fazer", afirmou. O deputado exemplificou o uso da verba da Câmara com a divulgação que fez (com outdoors, por exemplo), na legislatura anterior, sobre a aprovação de uma lei de sua autoria, que estabeleceu 30 de novembro como o Dia do Evangélico. Outro uso da verba é a produção de jornal informativo trimestral. "É um material de qualidade que chega às mãos do cidadão do Estado", disse.



"A Câmara nos permite fazer isso [divulgação] e é bom, porque foi o que me projetou no meu Estado e me fez deixar de ser um dos deputados com menor número de votos para ser o terceiro mais votado no Estado. A população hoje conhece meu trabalho", afirmou. Para Verde, a disparidade de gastos entre os deputados não deve se manter ao longo do ano, já que alguns colegas ainda não pediram reembolso de todas as despesas feitas.



Mesmo assim, Verde considera Reguffe um caso a parte. "Ele acha que [poucos gastos] são suficientes para o trabalho dele. Ele está aqui em Brasília, então não tem gasto com passagem aérea. A Rádio Câmara e a TV são muito ouvidas pela população do DF. Qual publicidade maior esta Casa pode dar para ele? Então ele tem uma gama de vantagens por morar aqui que podem levar a isso", disse.



Reguffe evitou criticas ao colega, mas afirmou que a Câmara "custa muito mais do que deveria ao cidadão brasileiro e isso precisa mudar". "Eu não sou melhor do que ninguém. Só estou fazendo a minha parte e honrando o compromisso que fiz com os meus eleitores. O mandato pode ser de qualidade custando bem menos para o contribuinte. Não vou julgar os outros, mas acho que a população gostaria que esse dinheiro estivesse em outras áreas."



O que é a cota?



A cota para exercício da atividade parlamentar é uma verba destinada pela Câmara para reembolsar os deputados por gastos decorrentes de seu trabalho. Inclui 12 categorias de gastos, de telefonia e alimentação a aluguel de carros e divulgação.



O valor máximo mensal da cota varia para cada Unidade da Federação (UF), de R$ 23 mil (para deputados do Distrito Federal) a R$ 34 mil (para deputados de Roraima), devido à cota aérea estabelecida pelas distâncias. A tabela abaixo mostra o teto da cota para cada UF:



Cota para o exercício da atividade parlamentar - CEAP

Limites mensais por deputado

Acre R$ 33.516,34

Alagoas R$ 30.723,33

Amapá R$ 32.711,89

Amazonas R$ 32.563,97

Bahia R$ 29.259,38

Ceará R$ 31.865,01

Distrito Federal R$ 23.033,13

Espírito Santo R$ 28.057,67

Goiás R$ 26.606,13

Maranhão R$ 31.637,78

Mato Grosso R$ 29.575,29

Mato Grosso do Sul R$ 30.419,48

Minas Gerais R$ 27.049,62

Pará R$ 31.695,15

Paraíba R$ 31.547,57

Paraná R$ 29.154,13

Pernambuco R$ 31.278,18

Piauí R$ 30.744,29

Rio de Janeiro R$ 26.797,65

Rio Grande do Norte R$ 32.077,21

Rio Grande do Sul R$ 30.671,69

Rondônia R$ 32.789,41

Roraima R$ 34.258,50

Santa Catarina R$ 29.915,86

São Paulo R$ 27.769,62

Sergipe R$ 30.113,87

Tocantins R$ 29.632,52

Se o deputado não gastar o máximo que pode em um mês, o que sobra acumula e pode ser usado depois - mas só até virar o ano, depois disso o crédito expira. As regras para uso da cota são estabelecidas pelo ato 43 da Mesa Diretora da Câmara dos Deputados, publicado em 21 de maio de 2009, quando o presidente da Casa era Michel Temer (PMDB-SP) -atual vice-presidente da República.



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Dilma e Nascimento tomaram decisão "mais inteligente", diz presidente da Câmara

O presidente da Câmara dos Deputados, Marco Maia (PT-RS), afirmou nesta quarta-feira (6) que a troca de comando n...04.07
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Mesmo com luto por morte de Itamar, Câmara manterá pauta de votações
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